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Reforma em UBS de Águas de São Pedro é suspensa após governo de SP cancelar convênio de R$ 650 mil


A reforma da Unidade Básica de Saúde (UBS) de Águas de São Pedro (SP), que estava prevista para começar nesta semana, foi suspensa após o governo estadual de São Paulo cancelar um convênio que repassaria R$ 650 mil para a prefeitura.


O cancelamento dos convênios atinge, ainda, outras 10 cidades das regiões de Piracicaba (SP) e Campinas (SP). No total, esses municípios vão deixar de receber R$ 2,5 milhões.


Os municípios afetados são Americana, Campinas, Cordeirópolis, Espírito Santo do Pinhal, Estiva Gerbi, Holambra, Nova Odessa, Pedreira, Rio das Pedras e Santo Antônio do Jardim.


No caso de Águas de São Pedro, a reforma incluiria a ampliação na sala de emergência, que atualmente possui um leito e passaria a contar com dois. Além disso, estava previsto o reparo em infiltrações e a troca de uma cobertura quebrada.


A prefeitura chegou a receber R$ 130 mil, verba que, segundo a administração municipal, o governo de João Doria (PSDB) quer que seja devolvido.


O convênio foi assinado em 7 de julho e, como o montante estava garantido, a prefeitura chegou a comprar um equipamento de raio-x para ser instalado na sala que seria reformada.


"O postinho para nós é a única coisa que tem. Ou, se não, teria que ir para São Pedro, e nem todo mundo tem carro para ir para lá, 'né'? Então teria que ser atendido aqui", explica a vendedora Rosângela Rodrigues de Carvalho.


Rosângela pede que a decisão seja revista. "Se eles pudessem rever isso seria ótimo".


Convênios serão revistos, diz governo


A Secretaria Estadual de Saúde afirmou para a EPTV, afiliada da Rede Globo, que o limite do orçamento para pagamento em 2019 foi desrespeitado pela administração anterior e que os repasses foram firmados sem garantia financeira.


Além disso, que todos os acordos vão ser revistos e discutidos novamente com as prefeituras que tiveram convênios cortados.


Prefeitura ameaça processo


O secretário Municipal de Saúde de Águas de São Pedro, João Vitor Barboza, afirmou que tenta reverter a situação de "forma pacífica", mas se as conversas não avançarem, a prefeitura poderá recorrer à Justiça.(fonte site G1 Campinas)



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