Falta de pagamento de vale-transporte a trabalhadores da limpeza ainda deixa parte das creches de Campinas sem aulas

Publicidade

Após dias de paralisação de aulas na semana passada, parte das creches de Campinas (SP) continua com o funcionamento afetado nesta segunda-feira (14). O problema agora é o pagamento do vale-transporte dos funcionários terceirizados da limpeza, que já tiveram que lidar com o atraso nos salários deste mês.

Segundo informações sobre unidades de ensino com aulas suspensas nesta segunda-feira e representantes do sindicato da categoria se reuniram em um ato em frente à Prefeitura de Campinas no início da manhã.

A cidade tem 208 creches vinculadas ao município e o número de unidades afetadas ainda não foi informado pela Secretaria da Educação e pelo sindicato. Em nota, a prefeitura disse que a empresa responsável pela limpeza pode ter o contrato rescindido.

“A empresa já foi advertida, autuada, será multada e pode sofrer outras punições se não cumprir suas obrigações com a prefeitura, inclusive pode ocorrer a rescisão do contrato”, diz o texto.

A Secretaria de Educação realiza nesta manhã a fiscalização do preenchimento dos postos de trabalho e o número de escolas afetadas, completou a prefeitura. Representantes do grupo de trabalhadores e do sindicato foram recebidos pela Pasta.

A suspensão nos serviços começou no dia 9 de fevereiro, última quarta-feira. No dia seguinte 125 escolas foram afetadas, sendo que 80 ficaram fechadas.

Desde o início da manifestação, a prefeitura garantiu que todos os repasses estavam em dia e, caso a situação não fosse resolvida, poderia rescindir o contrato.

A Especialy, empresa terceirizada que presta os trabalhos de limpeza nas creches e é responsável pelos salários dos funcionários, confirmou que todos os pagamentos foram remetidos ao banco, mas na sexta (11) alguns informaram que ainda não tinham recebido os valores.

Processo para multar empresa

A prefeitura informou no dia 10 que abriu um processo de penalização contra a Especialy. Segundo a administração, o valor da multa será avaliado pela Secretaria Municipal de Justiça e pode ser de até R$ 250 mil.

O contrato com a empresa foi firmado em outubro do ano passado e há repasse mensal de R$ 2,5 milhões. A Especialy tem aproximadamente 700 funcionários e, segundo o governo municipal, teve os recursos bloqueados em virtude de uma ação judicial.

Fonte: G1


Opnião dos Leitores

Você não está autenticado, clique aqui. para acessar o sistema!.


Notícia FM

Ligou, virou Notícia!

Faixa Atual

Título

Artista

Ligou, virou Notícia!

Precisa de ajuda?