Abertura da Olimpíada tem mensagem de união, esperança e diversidade

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Depois de cinco anos de espera, os Jogos Olímpicos estão de volta. Na manhã desta sexta-feira, a cerimônia de abertura inaugurou com um ano de atraso o maior evento do mundo. Após uma longa espera e muitas incertezas, a Olimpíada de Tóquio foi declarada aberta pelo Imperador Naruhito, trazendo mensagem de união, esperança e diversidade. A pira, o momento mais esperado de toda inauguração de Jogos, foi acesa pela tenista Naomi Osaka, depois de ter passado pelas mãos de alguns atletas, mas também de uma médica e um enfermeiro.

O lema olímpico “mais forte, mais alto, mais forte” teve acrescentado a ele a palavra “juntos” em razão de tudo o que o mundo passou por causa da pandemia, ressaltando a necessidade de solidariedade mundial durante tempos difíceis. Um dos momentos mais emocionantes foi quando a música “Imagine” de John Lennon e Yoko Ono começou a ser cantada por um coral juvenil japonês e foi completada por artistas representando todos os continentes: Angelique Kidjo, de Benim, na África, Alejandro Sanz representando a Europa, John Legend pelas Américas e Keith Urban pela Oceania.

A bandeira olímpica entrou no Estádio Nacional carregada por seis atletas, um de cada continente, mas, no meio do caminho, foi passada para profissionais da saúde, que foram os responsáveis por hasteá-la em outro momento de bastante emoção.

Na parte artísica da cerimônia de abertura, um dos momentos mais divertidos foi o balé para apresentar os pictogramas, mostrando de forma lúdica todas as modalidades que estarão em disputa nos Jogos Olímpicos de Tóquio.

Na parte tecnológica, pouco mais de 1800 drones sobrevoaram o estádio e montaram um globo terrestre, mandando também uma mensagem de união na diversidade dos povos.

Pela primeira vez, cada país teve a oportunidade de ser representado por um casal de porta-bandeiras. O Brasil foi representado por Bruninho, campeão olímpico em 2016 e medalha de prata em 2008 e 2012 no vôlei, e pela judoca Ketleyn Quadros, que se tornou em Pequim-2008, ao ganhar o bronze, a primeira mulher brasileira a subir no pódio olímpico em uma competição individual.


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