Antony cita “excelente amizade” com Jardine e rasga elogios a Daniel Alves: “Espírito vencedor”

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Nenhum dos 22 convocados para defender a seleção brasileira masculina nas Olimpíadas de Tóquio conhece tão bem o técnico André Jardine como o atacante Antony. Hoje no Ajax, da Holanda, o jogador trabalhou com Jardine ainda nas categorias de base do São Paulo e, depois, também na equipe profissional do Tricolor.

Em entrevista coletiva na manhã desta terça-feira, Antony destacou o bom entendimento que tem com o treinador e lembrou um momento marcante envolvendo eles dois:

– Minha relação com o Jardine é muito boa, não de hoje. A gente esteve junto na base no São Paulo, um treinador excelente. A gente tem uma excelente amizade. Ainda a questão tática não sei muito, temos jogadores de muita qualidade, mas não tenho duvida nenhuma de que a formação que ele for jogar a gente está preparado. No São Paulo me marcou muito um clássico, uma final que estávamos juntos, estávamos perdendo de 3 a 1, a gente teve uma virada, conversamos disso até hoje. Fico feliz de ter a companhia dele de novo, espero a continuidade, é um grupo que merece muito – disse.

Outro conhecido de Antony na Seleção é o lateral-direito Daniel Alves, um dos três atletas acima de 24 anos convocados para as Olimpíadas, junto do goleiro Santos e do zagueiro Diego Carlos.

O atacante é só elogios ao veterano, com quem conviveu por alguns meses no São Paulo.

– Eu tive o prazer enorme de jogar com ele. É um cara muito exemplar dentro e fora de campo, tem muita liderança. O que mais me marca é o espirito que ele tem de vencedor, vai contagiar todos nós. Joguei com ele, sei da vontade que ele tem de ganhar. É um craque, uma coisa que tem que me marca é o espírito vencedor – comentou.

Na entrevista coletiva, Antony também falou sobre as expectativas para as Olimpíadas, o seu desenvolvimento no futebol europeu e muito mais. Confira abaixo outros trechos:

Jogadores acima de 24 anos

– São excelentes jogadores, conheço o Daniel mais de perto, jogar do lado dele no São Paulo. São jogadores que acrescentam muito, que a gente aprende bastante no dia a dia. O Diego é excelente jogador. Se fossem ofensivos, é sempre para acrescentar, ajudar a seleção. Espero que a gente cresça e aprenda com eles, eles tem mais experiencia no futebol, juntar nossa qualidade com a deles e buscar o ouro.

Evolução

– Na Europa, aprendi bastante, muitas coisas técnicas e táticas, aperfeiçoaram muito isso em mim, de jogar em pouco espaço, saber usar o espaço, eles trabalham isso individualmente, cresço cada vez mais. A questão da liberação eu deixei claro que era um sonho meu, um desejo de jogar a Olimpíada, graças a Deus, com a ajuda do Ajax e da CBF, deu tudo certo. É uma honra vestir a camisa e jogar as Olimpíadas.

O que mudou?

– Venho fazendo que fazia no São Paulo, só acrescentei mais coisas que me ajudam a crescer mais. Ficar mais perto do gol, participar mais do ataque. Eu só coloquei em prática, quando cheguei lá e consegui aumentar número de gols e participação em gols.

É referência no grupo?

– Referência eu não sei dizer, mas fico feliz de ser um dos jogadores desde a primeira convocação. É um sonho de qualquer jogador, venho para somar, ajudar o grupo. Refêrencia eu deixo para os mais experientes, que eu possa ajudar cada vez mais.

Fonte: GE


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