Executivo de futebol do Santos diz que sequência negativa incomoda, mas mantém confiança em Diniz

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O treinador do Santos, Fernando Diniz, passou a sofrer pressões externas após a goleada para o Flamengo por 4 a 0, no último sábado, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Brasileiro. Porém, internamente, o técnico segue prestigiado.

Em entrevista coletiva, o executivo de futebol do clube, André Mazzuco, manteve a linha adotada na última semana e disse confiar no trabalho desenvolvido pelo comandante santista.

– O caminho comum é mudar, ainda mais aqui no Brasil. É difícil agradar a todos. Nós queremos confiar no trabalho e entendemos que o trabalho é bem feito. Quando eu falo de trabalho, envolve muitas pessoas, não só o treinador. É o estafe, comissão técnica, as pessoas envolvidas no futebol. E a gente espera realmente reverter a questão de resultados para nos dar uma tranquilidade de trabalho. A gente aposta muito nisso. O Santos é um clube que nos entrega tudo, que nos permite trabalhar bem. A gente espera, na questão de resultado, trazer um pouco mais de equilíbrio.

O dirigente, porém, assumiu que a sequência negativa pela qual o Alvinegro passa dentro de campo tem gerado incômodo dentro do clube. São cinco jogos sem vitórias, com três derrotas e um empate, além da eliminação na Copa Sul-Americana.

– O grupo está consciente da necessidade de resultados. A gente precisa, justamente pela nossa temporada, pela competição, e isso é natural. A partir do momento que você tem uma sequência sem vencer, isso incomoda. Deixei bem claro na última entrevista que nós estávamos satisfeitos com o trabalho, mas não satisfeitos com os resultados. Diniz, eu, presidente, jogadores… Estamos trabalhando cada vez mais forte e mais intenso para poder reverter e buscar uma vitória importante, porque a gente precisa.

Mazzuco também defendeu a visão de Fernando Diniz para comentar o resultado negativo na última rodada do Brasileirão. Na avaliação dele, o placar não refletiu a realidade da partida.

– O clima, depois de derrota, em qualquer qualquer clube, com qualquer pessoa, fica ruim. Não gostaríamos de ter um resultado adverso da maneira que foi contra o Flamengo. Um jogo em que tivemos bons momentos e que o placar não reflete o que foi o jogo. Foi uma derrota, ok, mas um placar muito ampliado naquilo que nós nos propusemos a fazer no jogo.

Confira outros trechos da entrevista:

Processo de documentação de Léo Baptistão

– O Léo está liberado para atuar aqui no Brasil. Há um processo paralelo pela situação da China, que é uma questão jurídica que vai ser resolvida. Não envolve só o Santos, mas também o Léo, o clube da China, o Wuhan. Vários atletas estão passando pelo mesmo processo pelo que aconteceu no futebol chinês depois da pandemia. É um processo jurídico que está bem assessorado pelo nosso departamento. Temos todo suporte junto com o próprio atleta. É um caminho natural. Importante é que conseguimos deixar o jogador à disposição do Diniz para a próxima partida se tudo ocorrer tudo bem.

Renovações de Marcos Leonardo e Vinícius Balieiro

– Estamos conversando, dentro de uma premissa importante do clube, de fazer as coisas dentro do que podemos. São dois jovens que gostamos e que tem potencial. São conversas que tem andado é que a gente entende que há um processo a ser estabelecido dentro da realidade do Santos e que espera que isso aconteça para darmos continuidade. Acreditamos que isso se defina o mais breve possível.

Como é a relação entre a gestão e Fernando Diniz

– Temos que lembrar que as lideranças importantes do clube são, principalmente , o presidente e o treinador. São lideranças fundamentais para o bom funcionamento de um clube de futebol. O presidente Rueda é uma pessoa extremamente aberta. Há um diálogo diário e aberto com ele, tanto meu, quanto do Diniz, como de várias pessoas. Essas conversas são constantes como precisam ser. Há uma relação muito próxima com o treinador.

– Um diálogo extremamente aberto, tranquilo e transparente na troca de ideia, cobrança, nos apontamentos. Isso entre o presidente, diretoria, comissão técnica. Isso também junto com os jogadores, eles também são parte principal do todo. Há todo um processo que um clube com o tamanho do Santos exige. Isso é feito diariamente. Existe uma insatisfação em todos nós pelo resultado, mas há um crédito muito grande no que tange ao trabalho da comissão técnica, dos atletas e que temos totais condições de reverter, de dar uma caminhada melhor e dar um respiro para nossa sequência da temporada.

Fonte: GE


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