Fagner explica tênis pintado e pede cautela com quarteto no Corinthians: “Pés no chão”

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Titular do Corinthians, Fagner concedeu entrevista coletiva na tarde desta sexta-feira e acabou bombardeado de perguntas sobre a possível estreia do quarteto Renato Augusto, Giuliano, Róger Guedes e Willian juntos na próxima partida. O lateral pediu cautela. O Timão enfrenta o América-MG, domingo, às 18h15, na Neo Química Arena, pelo Brasileirão.

– Eu acredito que o principal é a gente continuar trabalhando da mesma forma do começo do campeonato. Um time desacreditado, hoje entre os seis primeiros, se reforça bem na janela e cria-se a expectativa. A montagem é de um ano para outro. Os jogadores que aqui estavam vem de ano atípico, outro ritmo, entendimento. Aí vem gente de fora com inatividade até maior. Então temos que entender tudo isso, colocar em campo. O Sylvinho não terá todos sempre. Vai começar quarta e domingo. Entender a questão física de cada atleta. Pés no chão, jogo a jogo. Para seguir forte como equipe e depois individualmente a qualidade dos que chegaram e os que aqui estão – analisou.

Fagner também respondeu se colocar o quarteto ofensivo em campo, com apenas a presença de Gabriel como volante “marcador”, não irá sobrecarregar a defesa. Ele pediu equilíbrio.

– Bom, qualidade todos têm. Acho que tudo depende de jogo, muito de adversário, situação do jogo. Sabemos da inteligência e qualidade de cada atleta. Ainda bem que não estou na pele do Sylvinho para resolver isso, mas vai colocar o que tem de melhor e montar estratégia em cima disso, para não deixar um sistema mais forte do que o outro. O sistema é muito importante. Quem entrar, vai cumprir a estratégia para conseguir os resultados daqui para frente.

Dono de uma média de uma falta por jogo apenas (20 infrações em 20 partidas) no Brasileirão, Fagner levou apenas um cartão amarelo. O lateral comentou o lance de Thiago Heleno em cima de Adson. O zagueiro do Athletico acabou expulso e o jovem perdeu os últimos três jogos por lesão.

– Ainda bem que eu estou bem tranquilo. Só um cartão amarelo, 20 faltas no campeonato. Graças a Deus que não fui eu. O espaço foi dado, tem para todos. Vinha jogando, tendo chances como titular, fazendo gols e bons jogos, claro que vai ficar triste de se lesionar, mas acredito que o mais importante é estar com a cabeça boa, se recuperar bem, voltar como estava ou melhor – ponderou.

Tênis verde

Nos últimos dias, um vídeo de um tênis verde sendo pintado de preto a pedido de Fagner correu as redes sociais. O lateral recebeu o modelo de sua patrocinadora, gostou e, para não abrir mão, encontrou um profissional para personalizá-lo.

– Recebi o tênis, achei bonito o modelo, não queria doar. Um dos roupeiros perguntou se havia possibilidade de pintar, só pedi para tirar a cor. Não foi com a intenção de mostrar para ninguém. Respeito, evitar dor de cabeça. Existe no Sul, em Minas, foi mais uma questão de evitar problema e por eu ter gostado muito do modelo.

Veja outros pontos da entrevista coletiva de Fagner:

Seleção brasileira
– Sonha com a Seleção, a gente ainda sonha, eu como atleta, jogando em uma equipe tão grande, com uma visibilidade tão grande, óbvio que meu principal objetivo é sempre o Corinthians, vou continuar fazendo o meu papel, e se possível voltar, ficaria feliz, seria a realização de todo atleta, representando seu clube também, espero um dia voltar e vou continuar trabalhando para que isso aconteça – ponderou Fagner, em entrevista coletiva nesta sexta-feira.

Expectativas
– Expectativa é muito grande, vejo ciclos. Foram 10 ou 11 anos de muitos títulos, com o passar do tempo, jogadores vão saindo, chegando. Clube passou por situação delicada. Com a chegada desses atletas, esforço para se reforçar a equipe, gera ambição de brigar por título. Temos que figurar entre os primeiros. Se não brigar definitivamente por títulos agora, ter uma equipe completamente forte no ano que vem.

Resposta em campo
– O principal é o trabalho. Até mesmo antes da chegada do Willian, equipe já vinha dando resposta positiva. Sylvinho organizou e foi só acrescentando jogadores de qualidade. Expectativa muito grande, mas é preciso ser pé no chão. Não vai ser tudo mil maravilhas. Equipe do outro lado trabalha e busca neutralizar o Corinthians. Pés no chão para ter tranquilidade de que quando não sai como quer, ter noção que pode crescer como equipe e dentro da competição.

Ficar preso na defesa
– Eu acho que é muito situação de jogo, principalmente pelo fato de organizar o equipe. Jogava em transição, bola entrava no Gustavo tirava proveito disso, nem conseguia chegar perto dele. Acredito que é característica do atleta que você tem à frente. Talvez hoje a gente tenha mais posse e eu possa me apresentar mais. Leitura de jogo, o que você tem do rival, o que ele propõe. Nada decretado de que não pode passar ou não pode fazer.

Amizade
– Ajuda no ambiente. Cobrança existe. Eu acho que é muito mais fácil quando conhece a pessoa há algum tempo, tem convívio. Cobrar e a pessoa entender e vice-versa. Entender que é para o bem, para o bem da equipe. Essa amizade precisamos trazer para esse lado. Ajudar no dia a dia. Cobrança sadia.

Fonte: GE


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