Palmeiras se aproveita do desespero do Grêmio, vira mais uma e ganha opção para a final

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Palmeiras teve bons momentos na vitória por 3 a 1 sobre o Grêmio, neste domingo, fora de casa, a quarta consecutiva no Brasileirão e a segunda de virada nesta sequência. Se Abel Ferreira ainda não quer falar no título nacional, a série trouxe calma e deu muito conteúdo para o técnico pensando na final da Copa Libertadores, dia 27 de novembro.

Na Arena Grêmio, o português, enfim, deu nova chance a Gustavo Scarpa na equipe titular e usou um meio-campo parecido com o dos melhores momentos no primeiro turno, com o camisa 14 e Raphael Veiga juntos.

Os dois estiveram entre os destaques do Verdão no triunfo – foram dois gols de Veiga, uma assistência e uma cobrança de falta na trave de Scarpa. Além destes lances mais agudos, os dois deram ao Palmeiras um jogo mais forte pelo centro do campo, sem depender tanto de cruzamentos para a área.

Abel tanto fala sobre controle mental, que os jogadores do Palmeiras tiveram de demonstrá-lo mais uma vez, já que saíram atrás do placar. E para isso eles se aproveitaram do desespero do rival, que luta contra o rebaixamento.

Quando atrás no placar, o Verdão conseguiu faltas perigosas e teve as melhores oportunidades assim. O empate veio de um pênalti nos acréscimos que começou a desmoronar a confiança do adversário. Assim que o árbitro Sávio Pereira Sampaio foi chamado ao VAR para olhar as imagens da falta de Thiago Santos em Marcos Rocha, os jogadores do Grêmio ficaram transtornados.

Logo depois do empate no pênalti batido por Raphael Veiga, o Verdão aproveitou-se e virou antes do fim do primeiro tempo, novamente com o camisa 23, em um chute cruzado.

Depois da virada em menos de cinco minutos, o Palmeiras tentou controlar o jogo no segundo tempo, mas de uma maneira lenta. Dudu passou a ter obrigações muito mais defensivas, enquanto o Verdão recuava e ia se mostrando cansado. O Grêmio até empatou no fim da etapa final, mas o lance foi anulado por impedimento.

Assim que Abel colocou sangue novo, saiu o terceiro gol a partir de dois atletas que saíram do banco de reservas: Danilo Barbosa e Breno Lopes.

Diante da busca pelo time ideal para a final contra o Flamengo, Abel teve novamente uma boa demonstração de que Veiga e Scarpa funcionam bem juntos. O ataque, porém, segue incerto.

Rony foi usado como o jogador mais adiantado e não jogou bem, embora o técnico tenha elogiado sua movimentação sem bola no segundo gol. O camisa 7 dá uma opção mais móvel do que Luiz Adriano, que entrou na etapa final, mas nenhum deles anima neste momento.

O time ficou devendo especialmente pela postura no segundo tempo, mas virou mais um jogo, algo que antes era raro na temporada. Neste processo de preparação para a final, o Palmeiras voltou a conviver com vitórias, o que é ótimo. E agora pode pensar até em uma nova escalação para o duelo em Montevidéu.

Fonte: GE

Foto: César Greco/Agência Palmeiras


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