Palmeiras vive indefinições no comando do futebol perto de fim de gestão e final da Libertadores

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saída de Edu Dracena para o Santos é um capítulo importante no cenário de incerteza que vive o Palmeiras na sua estrutura de futebol. Perto do fim do mandato do presidente Maurício Galiotte, o Verdão não tem definição de comando a partir da próxima temporada.

No clube desde o início de 2020, Anderson Barros tem contrato com o Palmeiras até o fim de dezembro. Após duas temporadas marcadas por títulos e participações em finais, o dirigente terá sua situação decidida somente após a decisão da Libertadores, dia 27 de novembro, contra o Flamengo.

A disputa da final sul-americana, aliás, é o que trava o início de uma possível reestruturação no Verdão. Não somente no departamento de futebol. Há expectativa interna de que a próxima gestão promova mudanças em mais áreas do dia a dia palmeirense.

Candidata única, Leila Pereira ainda tem protocolo a cumprir para ser eleita a nova presidente do Palmeiras. A eleição está marcada para o dia 20 de novembro, uma semana antes da partida contra o Flamengo, em Montevidéu, mas o início da nova gestão será somente em dezembro.https://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

É certo que Paulo Buosi, primeiro vice de Galiotte, manterá o cargo na gestão de Leila Pereira e permanecerá como principal nome da diretoria no departamento de futebol.

Coordenador da base, João Paulo Sampaio participa também do dia a dia do futebol profissional na Academia de Futebol e pode ganhar mais espaço no clube em uma eventual saída de Barros. Contratado em 2015, Cícero Souza, por enquanto, continua como gerente.

Dracena era assessor técnico, função criada no clube em 2018 e inicialmente ocupada por Zé Roberto após se aposentar. O cargo agora vago é responsável por aproximar o contato entre diretoria e jogadores.

Especulado como um possível nome para a gestão do futebol palmeirense em 2022, Fernando Prass encerrou um período de estágio no Verdão na semana passada, mas o clube não fez proposta para o ex-goleiro desempenhar nova função até o momento.

Embora Leila seja candidata da situação e dependa apenas do ritual burocrático para substituir Galiotte, a conselheira e patrocinadora ainda não têm se envolvido de fato nas discussões sobre assuntos como o comando do futebol diante da aproximação da final e do fim do Brasileirão.

Após montar sua diretoria, a candidata terá também de decidir quanto ao futuro de jogadores como Jailson e Felipe Melo. Ambos têm vínculo até dezembro e são vistos pela atual diretoria como em fim de ciclo. O volante, porém, é o capitão de Abel Ferreira e vive bom momento.

Fonte: GE


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