Patrick promete “brigar” pelo São Paulo e diz: “A cobrança tem que ser natural”

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Diante do diagnóstico de ter um time “calado”, Rogério Ceni agora conta com um jogador transparente, emotivo e que promete ajudar na cobrança do dia a dia. Pelo menos este foi o discurso apresentado pelo meio-campista Patrick, quinto reforço apresentado pelo São Paulo.

Na primeira entrevista coletiva como jogador tricolor, nesta sexta-feira, Patrick ressaltou a característica de ser um jogador falante e “brigador”. Este espírito será exibido com a camisa do São Paulo em 2022.

– Sou um cara emotivo, principalmente na partida. Para mim, quanto mais eu estiver vibrando, dentro do jogo, melhor para a minha performance. Vou brigar com juiz, vou tentar dar meu melhor pelo São Paulo – declarou Patrick.

Diante deste perfil, Patrick promete ajudar na cobrança interna do clube. Mesmo chegando agora ao Morumbi, o meio-campista quer ajudar com um papel de liderança, assumindo também parte da responsabilidade pelo “jogo falado” no São Paulo.

– Sou muito transparente com meus sentimentos. A cobrança é natural, tem que acontecer dentro do grupo, no intervalo de um jogo, se a equipe não está bem, tem que se cobrar para melhorar – assegurou.

– Todos têm que ter esse direito, essa atitude: caso termine um primeiro tempo ruim, que se cobre e levante a nossa moral e busque nosso resultado. Não quero carregar esse fardo de chegar e mexer no vestiário, mas a gente tem que se cobrar para poder evoluir. Evoluindo, brigando e se ajudando, quem ganha é o São Paulo – encerrou.

Confira mais respostas de Patrick:

 

Por que deixou o Inter?
– Trabalhei por quatro temporadas, fiz amigos, construí um ciclo afetivo. Quando você troca de ambiente é difícil, você vai sentir saudade. É do futebol, a gente tá acostumado com isso, pode acontecer a qualquer momento. Quando recebi o convite do São Paulo, a gente conversou com meu estafe. Jogar no São Paulo é uma oportunidade muito grande. É uma honra vestir essa camisa.

Como pode ser utilizado?
– As primeiras conversas (com Rogério Ceni) foram bem boas. Ele expôs suas vontades e pensamentos, me coloquei à disposição. Ele sabe que posso jogar como volante por dentro ou aberto. Ele está avaliando. Se eu corresponder e conseguir a vaga, ele vai me usar na posição que eu possa render mais.

Clássicos
– Sobre rivalidade, acho que Inter e Grêmio tem sua rivalidade, dentro do contexto, a gente age de acordo com a emoção. Acho que diante dos clássicos pelo São Paulo eu vou continuar sendo eu, da mesma forma. Se tiver que acontecer alguma coisa, vai acontecer. Mas é sempre lutar e buscar a vitória.

Como era enfrentar o São Paulo?
– A gente sempre ficava atento, o São Paulo tem jogadores de muita qualidade técnica, com boas batidas. Escanteios, faltas, chutes de fora, muito perigosos. Sempre teve saída de bola com personalidade. Sempre procuramos frear esses pontos, são pontos de qualidade do São Paulo.

Confusão com caixão no Gre-Nal e parceria agora com Rafinha
– Sobre a conversa sobre o caixão, acho que não teve e não precisa ter. É outra fase, outro ciclo, passou. O pensamento é no São Paulo. A gente fala sobre a equipe, o dia a dia, os companheiros. Esse assunto não vai entrar em campo. Não precisam mais perguntar. O Rafinha é multicampeão, terei a honra de ter ao lado, vou tentar aproveitar a qualidade.

Como prefere atuar?
–É difícil chegar e dizer que quer jogar numa posição e ponto. Tenho conversas com o Rogério, ele sabe das minhas características. De acordo com o esquema tático, ele vai conversar sobre posicionamento. Ele me deixou à vontade pra dar opinião. Sou de trabalhar, de batalhar no dia a dia. Se aparecer a vaga aberto na esquerda, vou fazer, se for dois volantes, vou fazer. Meu foco é, como todos já sabem que faço essas funções, no que ele precisar eu estar pronto para ajudar.

Fonte: GE

Foto: ge

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