Petrúcio e Evelyn se emocionam com desfile na abertura: “Choro de alegria”

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A honra de carregar o pavilhão verde-amarelo durante a cerimônia de abertura das Paralimpíadas de Tóquio 2020 nesta terça-feira foi deles: Petrúcio Ferreira (atletismo) e Evelyn Oliveira (bocha). Campeões paralímpicos na Rio 2016, os dois cruzaram o estádio olímpico na capital japonesa como porta-bandeiras do Brasil. Petrúcio e Evelyn representaram os 260 atletas da delegação brasileira – 164 homens e 96 mulheres. Emocionados, eles vibraram com a oportunidade.

– É uma emoção única pra gente representar o nosso país e estar conduzindo a nossa bandeira na abertura dos Jogos tão importantes que serão estes. A gente queria que toda a delegação estivesse aqui com a gente festejando, se divertindo, porque os brasileiros sem dúvida são os melhores – disse Petrúcio.

– Já chorei muito, mas foi um choro de alegria

Atleta paralímpico mais rápido da história ao completar os 100m rasos em 10s42, Petrúcio mostrou “a cara do Brasil” durante a abertura. Recordista mundial dos 100m e dos 200m rasos da classe T47 (para atletas com deficiência em membros superiores), ele estampou o sorriso nos olhos e deu um show de ritmo ao sambar, animando o desfile.

A cerimônia deu início aos Jogos que vão até o próximo dia 5 de setembro com a mensagem “todos nós temos asas”. Evelyn, que é campeã paralímpica de duplas da classe BC3 da bocha na Rio 2016, ao lado de Antônio Leme e Evani Silva, falou justamente sobre o poder do evento no Japão para o “progresso da inclusão e do desenvolvimento da pessoa com deficiência”.

– Alguns paradigmas estão sendo quebrados, algumas ideias, crenças e mitos estão sendo rompidos. Acho que a partir destes Jogos a humanidade vai conseguir enxergar a pessoa com deficiência de uma forma diferente. Além de cidadãos, todos aqui são atletas profissionais, pessoas que dedicam grande parte de suas vidas pra viver esse sonho, pra conquistar uma medalha, pra representar o seu país da melhor forma – enfatizou.

Vale relembrar que a decisão do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) em liberar apenas com os dois atletas teve como objetivo evitar aglomeração e um surto de coronavírus na delegação do país. Além de Petrúcio e Evelyn, desfilaram Alberto Martins (diretor técnico do CPB) e Ana Carolina Alves (técnica da classe BC4 da bocha e staff de Evelyn).

Fonte: GE


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