Rogério Caboclo tentou usar caixa da CBF para oferecer R$ 8 milhões a funcionária que o acusa de assédio

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Antes de ser afastado da presidência da CBF, Rogério Caboclo tentou usar recursos da entidade para pagar R$ 8 milhões em troca do silêncio da funcionária que o acusou de assédio sexual e moral. Ele nega as acusações.


O plano fracassou em duas frentes. A diretoria se recusou a endossar o uso de dinheiro da CBF para um acordo dessa natureza. A funcionária rejeitou as condições propostas por Caboclo e o denunciou à Comissão de Ética da CBF no dia 4 de junho. Dois dias depois, o dirigente foi afastado do cargo – primeiro por 30 dias, depois por mais 60.


Duas minutas de contratos obtidas com exclusividade pelo ge revelam que Caboclo, por meio de dois advogados (que não são os atuais), participou da negociação, que se arrastou por pelo menos seis semanas antes de naufragar. Rogério Caboclo foi procurado para tratar especificamente dessas minutas, mas não respondeu até a publicação desta reportagem.


O dirigente afirma ser vítima de um complô, diz que “preservou o caixa da entidade” de uma tentativa de extorsão e que por isso foi denunciado pela funcionária. O teor dos documentos, confirmado por entrevistas com pessoas envolvidas diretamente no caso, contradiz a versão de Caboclo.

Fonte: GE


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