São Paulo tem aproveitamento pífio contra times do G-6, e Ceni evita discurso por Libertadores

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Depois da derrota do São Paulo por 1 a 0 para o Red Bull Bragantino, pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro, no último domingo, Rogério Ceni evitou falar sobre metas maiores dentro da competição.

— O tempo é curto até o fim do ano e temos de jogar cada partida objetivando os três pontos sem fazer muito plano futuro de qualquer posição final que seja.

Esse plano futuro citado pelo treinador corresponde à briga por uma vaga na próxima Libertadores, um sonho ainda distante para o Tricolor no momento. Com apenas 34 pontos, o time é o 13º colocado, sete atrás do Inter, sexto colocado, e cinco à frente do Santos, o primeiro da zona de rebaixamento.

Mas o que atrapalha voos maiores do São Paulo é justamente o aproveitamento contra os times do G-6: apenas 20,8% dos pontos em oito partidas até aqui contra Atlético-MG, Fortaleza, Flamengo, Palmeiras, Bragantino e Internacional.

A equipe vive um “mini-campeonato” contra o G-6 neste momento decisivo do Brasileirão. Derrotado pelo Bragantino pela segunda vez na competição, o São Paulo volta a campo no domingo, às 18h15 (de Brasília), para encarar o Internacional, justamente a única vítima são-paulina nesta temporada de Série A que figura entre os primeiros colocados.

Em oito jogos contra o grupo do G-6, o São Paulo bateu os gaúchos, empatou com Palmeiras e Atlético-MG em casa e perdeu cinco vezes: duas no Morumbi (Bragantino e Fortaleza) e três fora (Galo, Flamengo e Bragantino). São cinco pontos de 24 em disputa, número que prende o time na segunda metade da tabela.

Aumentar o aproveitamento contra esses concorrentes soa como fundamental para o São Paulo entrar nas últimas rodadas com chances de brigar por uma vaga na Libertadores. Estar na competição sul-americana mais importante do calendário é um objetivo também financeiro e previsto no orçamento do clube para 2022.

Depois de encarar Bragantino e Internacional, o São Paulo enfrenta o Bahia, no dia 7, e tem mais uma sequência de três adversários que atualmente se encontram na zona de Libertadores: Fortaleza (fora), Flamengo (casa) e Palmeiras (fora).

A partir deste “mini-campeonato” restarão só cinco jogos para o São Paulo postular coisas além da permanência na primeira divisão ou uma vaga na Sul-Americana de 2022.

Portanto, caso queira cumprir o último grande objetivo do ano, o Tricolor precisará melhorar (e muito) contra os times de melhor campanha no Brasileirão. A começar por domingo, no Morumbi, diante do único rival deste grupo superado no primeiro turno.

Confira a campanha do São Paulo contra o G-6:

Fonte: GE


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