Segundo atacante ou camisa 10? Carille tem alternativas para usar Ricardo Goulart no Santos

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O principal reforço do Santos para a temporada é Ricardo Goulart. Aos 30 anos, o jogador se destacou no bicampeonato brasileiro do Cruzeiro em 2013 e 2014 e na China, onde jogou por sete temporadas. Agora, no Peixe, o novo camisa 10 será meia, segundo atacante ou centroavante?

Os últimos anos podem dizer mais sobre como o técnico Fábio Carille pode utilizar Ricardo Goulart no Santos.

Parecido com o que fez no Cruzeiro, Ricardo Goulart jogou no Guangzhou Evergrande, da China, em 2021, como um meia-atacante mais perto do centroavante. O reforço do Santos não chegou a ser o tradicional 9, mas um jogador que pisava bastante na área para se aproximar dos homens mais avançados.

Os centroavantes do Guangzhou Evergrande costumavam ser, na última temporada, os também brasileiros Elkeson e Alan. Ricardo Goulart “tabelava” com a dupla. Não chegou a ser, também, um atacante aberto pelos lados. Era quase um segundo atacante se aproximando da área pelo centro.

No Palmeiras, em 2019, Ricardo Goulart também chegou com o “peso” de ser o meia que resolveria os problemas de criação do time comandado por Felipão.

Ricardo Goulart era um sonho antigo do Palmeiras e chegou para ser titular por causa de sua boa capacidade de finalização, não tanto pelo poder de armação de jogadas, apesar de ser considerado um meio-campista. Ele foi usado centralizado na linha de três armadores, aproveitando jogadas preparadas pelos centroavantes, com presença na área e força no jogo aéreo.

Seu início empolgou a torcida com atuações decisivas, mas a passagem durou apenas cinco meses. Depois de uma cirurgia no joelho direito, voltou ao Guangzhou Evergrande e se despediu do Verdão com apenas 12 jogos, quatro gols e três assistências.

As últimas temporadas dizem, portanto, que Ricardo Goulart deve jogar no Santos como um meia de muita chegada à área adversária. Deve ser assim, inclusive, que o técnico Fábio Carille vai utilizá-lo, já que os meio-campistas santistas têm características mais de criação do que de finalização.

O setor de criação, por sinal, foi um dos mais mexidos por Carille durante a temporada passada. O jovem Gabriel Pirani não conseguiu se tornar um titular absoluto, dando espaço até para o centroavante Diego Tardelli ser um pouco recuado para ajudar na armação de jogadas. Marcos Guilherme e Vinicius Zanocelo também fizeram a função.

Ricardo Goulart se apresenta ao Santos nesta quinta-feira para iniciar, no CT Rei Pelé, sua preparação para a temporada. O atacante já estava treinando em sua casa, mas ainda longe dos companheiros.

Fonte: GE

Foto: Ivan Storti / Santos FC

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